Na última terça-feira, Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, proclamou em seu discurso sobre o estado da União a chegada da “era de ouro da América”. Alocando grande parte de seu discurso à economia, Trump buscou tranquilizar os parlamentares republicanos sobre a economia despertando uma imagem de sucesso, apesar do descontentamento generalizado expresso em pesquisas de opinião e frustrações crescentes de eleitores. Trump responsabilizou seu antecessor, Joe Biden, pelos altos preços, embora os eleitores o vejam como inadequado em aliviar a crise de acessibilidade.
Durante a sessão, que contou com assentos vazios no lado democrata e protestos externos ao discurso, Trump defendeu suas políticas econômicas e imigratórias, no entanto, sua postura otimista não esclareceu muitos dos principais desafios internacionais, como suas políticas em relação ao Irã. O presidente reafirmou que prefere a diplomacia, mas não deixará o Irã possuir armas nucleares.
Além disso, Trump abordou intensamente questões de imigração, reforçando que irá continuar sua política rigorosa, apesar das críticas e incidentes que sugerem o contrário. O discurso foi marcado também por confrontos verbais com democratas, que o acusam de políticas excessivamente restritivas e discriminatórias.
A cobertura completa do discurso e análises adicionais podem ser encontradas no Repórter Brasil Tarde, da TV Brasil. Todos esses eventos aconteceram enquanto Trump enfrenta crescente oposição e críticas, tanto dentro quanto fora do país, fundamentadas em questões de política interna e internacional.
(Créditos da imagem: Agência Brasil)
Trump proclama “era de ouro” em discurso sobre estado da União
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