Os partidos liderados por Renzo Vasconcelos (PSD) e Magno Malta (PL) ainda não decidiram se estarão juntos nas próximas eleições. Enquanto o PSD já confirmou apoio à pré-candidatura de Lorenzo Pazolini (Republicanos) ao governo, o PL hesita em formalizar aliança, uma vez que Magno defende a candidatura de sua filha, Maguinha Malta, ao Senado.
No dia 18 de julho, o PSD realizará um encontro em Vitória, que contará com a presença do presidente nacional da sigla, Gilberto Kassab, e lideranças locais como Paulo Hartung e Sergio Meneguelli. O evento está marcado para ocorrer simultaneamente com um encontro do PL em outra localidade da cidade, onde Magno Malta espera consolidar sua influência.
Sergio Meneguelli, mencionado como possível candidato ao Senado, enfrenta uma situação delicada, já que sua imagem não é bem recebida entre os bolsonaristas, enquanto outros pré-candidatos, como Evair de Melo e Carlos Manato, também competem por espaço na corrida senatorial.
Pazolini, por sua vez, deve decidir em breve se apoiará Flávio Bolsonaro (RJ) na corrida presidencial, uma escolha que pode influenciar a colaboração do PL com os Republicanos no Espírito Santo. No cenário atual, caso a união entre as siglas não se concretize, o Estado poderá enfrentar três candidaturas de direita ao governo, o que poderia fragmentar votos.
Além disso, uma ala dentro do PL no Espírito Santo propõe uma candidatura própria liderada por Magna Malta, destacando as divergências internas sobre alianças e diretrizes ideológicas. Até o momento, o único pré-candidato do campo progressista é Helder Salomão (PT), que se apresenta como uma alternativa à polarização.

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Fonte: Século Diário

