As eleições de 2026 no Espírito Santo prometem ser uma disputa acirrada, com pelo menos 13 nomes já cotados para concorrer a duas vagas no Senado Federal. O movimento político já demonstrou que o cargo se tornou uma obsessão para muitos, como é o caso do deputado estadual Callegari, que está prestes a deixar o Partido Liberal (PL) devido à falta de espaço para suas pretensões eleitorais.
Callegari confirmou sua saída do PL, com destino provável ao Democracia Cristã (DC), partido menor, mas que pode oferecer novas oportunidades. Essa mudança conta com apoio do senador Magno Malta, presidente estadual do PL, que também está promovendo a pré-candidatura de sua filha, Maguinha Malta, para o Senado, o que reduziu as chances de Callegari. Apesar das muitas conversas com outras siglas, a opção pelo DC poderá ser a única viável, embora haja especulações sobre sua aproximação a partidos maiores como Republicanos e Novo.
Os dois senadores em exercício, Fabiano Contarato (PT) e Marcos do Val (Podemos), são esperados na disputa pela reeleição, enfrentando críticas e descontentamentos, especialmente no seio da direita. Contarato é acusado de “estelionato eleitoral” por mudar de partido, enquanto do Val lida com o estigma de sua recente controvérsia judicial.
Outros pré-candidatos emergem: Evair de Melo (PP) tem chances, dependendo de sua filiação, também está cotado o deputado Da Vitória, alinhado ao grupo do governador Renato Casagrande (PSB). Sérgio Meneguelli (Republicanos), por sua vez, considerou sua participação em 2022 e está em busca de nova sigla. Para completar a lista, o governador Renato Casagrande e a ex-senadora Rose de Freitas (MDB) são figuras proeminentes que também manifestaram o desejo de se candidatar ao Senado.
A variedade de nomes e alianças mostra que a disputa por essas duas vagas será intensa e cheia de reviravoltas.

Lucas S. Costa/Ales
Fonte: Século Diário

