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Vereador Aylton Dadalto comenta sobre sua destituição na CCJ da Câmara de Vitória

O vereador Aylton Dadalto (Republicanos) manifestou sua indignação nas redes sociais sobre a solicitação de sua destituição da Comissão de Constituição, Justiça, Serviço Público, Redação e Fiscalização de Leis (CCJ) da Câmara de Vitória. Em um vídeo, ele expressou estar “surpreso” e “chateado”, enfatizando o trabalho que desempenhou até então.

Dadalto reafirmou sua esperança de que a decisão do partido não fosse uma retaliação à sua posição independente em relação às alterações propostas nas eleições do presidente da Câmara, programadas para agosto. O vereador será substituído por Davi Esmael, e a mudança ocorre em meio a desavenças internas sobre a data da eleição para a Mesa Diretora.

A solicitação para a troca, protocolada pelo vereador Luiz Emanuel, líder do Republicanos, visa atualizar a composição da CCJ segundo as deliberações internas do partido e assegurar a representatividade da bancada. Este não é o primeiro atrito entre Dadalto e a base governista.

O distanciamento entre Aylton Dadalto e os governistas se intensificou recentemente, especialmente após Dadalto integrar o “G16”, um grupo que defende a eleição da Mesa em agosto, com Dalto Neves (SD) como candidato à presidência. Enquanto isso, a base governista, liderada pelo ex-prefeito Lorenzo Pazolini, busca mudar o Regimento Interno para postergar as eleições até após as eleições gerais de outubro.

Em uma recente sessão na Câmara, Luiz Emanuel criticou novamente o G16, afirmando que seus membros estão a serviço de “forças externas”, mas sem nomeá-las. Dadalto, por sua vez, citou figuras como o presidente da Assembleia Legislativa, Marcelo Santos (União), e o governador Ricardo Ferraço (MDB), afirmando que nunca recebeu influência externa em seu posicionamento.

Ainda, Aylton Dadalto sinalizou apoio à reeleição de Ferraço, que deve concorrer contra Pazolini, criando mais um elemento de distanciamento em relação à base governista. A alteração na CCJ não requer deliberação em plenário, sendo suficiente a ratificação do presidente do Legislativo, o que deve ocorrer em breve.

Will Morais/CMV

Fonte: Século Diário

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