A taxa de desocupação no Brasil, no trimestre de junho a agosto de 2026, foi de 5,3%, registrando uma queda de 0,3 p.p. em relação ao trimestre anterior e também em comparação com o mesmo período de 2025. A população desocupada diminuiu para 5,8 milhões, o que representa um declínio de 4,6% em relação ao trimestre anterior e de 4,9% em comparação com o mesmo trimestre do ano anterior.
Por outro lado, a população ocupada atingiu o maior número da série histórica, totalizando 103,5 milhões de pessoas. O nível de ocupação foi de 58,9%, com um aumento de 0,3 p.p. em relação ao trimestre anterior. A taxa composta de subutilização permaneceu estável, assim como a população subutilizada, que registrou uma queda de 6,5% no ano.
A taxa de informalidade foi de 37,5% da população ocupada, com um rendimento médio habitual de R$ 3.777. O rendimento real habitual de todos os trabalhos cresceu 3,7% no ano e a massa de rendimento real habitual foi a maior da série, com um aumento de 4,8% no ano.
É importante destacar que a força de trabalho no trimestre de junho a agosto foi a maior da série, com um aumento de 0,5% em relação ao trimestre anterior. A ocupação por grupamentos de atividade mostrou crescimento na Indústria Geral e na Construção, entre outros setores.
Esses dados refletem a situação do mercado de trabalho no Brasil e evidenciam algumas melhorias, como a redução da taxa de desocupação e o aumento da população ocupada. No entanto, ainda há desafios a serem enfrentados, especialmente em relação à informalidade e à subutilização da mão de obra.
Taxa de desocupação é de 5,3% e taxa de subutilização é de 13,1% no trimestre encerrado em agosto

