16 de janeiro de 2026
Guia ComercialPreços da Indústria caem 0,25% em setembro, oitavo recuo consecutivo.

Preços da Indústria caem 0,25% em setembro, oitavo recuo consecutivo.

Queda nos Preços da Indústria Atinge Oitavo Mês Consecutivo

Os preços da indústria brasileira registraram uma variação de -0,25% em setembro de 2025 em comparação a agosto do mesmo ano, marcando a oitava queda consecutiva. Este resultado negativo reflete uma diminuição nos preços em 12 das 24 atividades industriais analisadas. Até o final de setembro, o acumulado do ano atingiu -3,87%, enquanto a variação nos últimos 12 meses foi de -0,40%. Em setembro de 2024, a taxa na comparação mensal tinha sido de 0,62%.

O Índice de Preços ao Produtor (IPP), que abrange as indústrias extrativas e de transformação, mede os preços “na porta de fábrica”, sem incluir impostos ou fretes. Entre os setores com maior impacto negativo em setembro, destacaram-se impressão (-3,59%), madeira (-3,08%), vestuário (-2,29%) e produtos químicos (-1,75%). Em contraste, setores como veículos automotores e papel e celulose mostraram resultados positivos.

No que se refere ao acumulado no ano, observou-se que o setor de indústrias extrativas sofreu a maior queda, com -13,53%, enquanto a impressão teve uma alta acumulada de 12,72%. Além disso, o setor alimentício experimentou seu quinto mês de resultados negativos consecutivos, com uma variação de -0,40% em setembro. O preço médio dos alimentos caiu -8,07% até agora, o menor acumulado nesse mês desde 2017.

No acumulado em 12 meses, a variação total foi de -0,40%. As atividades com maiores aumentos de preços em relação a setembro de 2024 foram impressão (17,34%) e bebidas (4,94%). Entretanto, a comparação anual mostra uma pressão negativa significativa dos setores alimentício e de refino de petróleo, ambos contribuindo para uma variação mais ampla e desfavorável no índice geral.

Em termos de grandes categorias econômicas, os bens de capital apresentaram uma queda de -0,45%, enquanto os bens intermediários caíram -0,60%. Em contraste, os bens de consumo tiveram uma leve alta de 0,29%. A influência de bens intermediários foi a mais significativa no índice, contribuindo em -0,32 pontos percentuais para a variação geral. O setor químico, por sua vez, também teve um papel importante, com uma queda de preços que afetou negativamente o resultado agregado da indústria.

O quadro geral dos preços da indústria, portanto, demonstra uma recuperação lenta e desiguais entre setores, refletindo as particularidades de cada segmento e suas interações no cenário econômico atual.

Índice de Preços ao Produtor (IPP) é de -0,25% em setembro

Portal IBGE

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