A produção de cereais, leguminosas e oleaginosas no Brasil apresentou um aumento de 2% em agosto de 2026 em comparação com o ano anterior, totalizando 352,9 milhões de toneladas. A área a ser colhida também registrou crescimento, atingindo 83,1 milhões de hectares. Os principais produtos desse grupo são o arroz, o milho e a soja, representando juntos 92,9% da produção estimada. A Região Centro-Oeste lidera a produção, com 178,0 milhões de toneladas, seguida pelo Sul, Sudeste, Nordeste e Norte.
No que diz respeito ao milho, a estimativa de produção foi de 141,8 milhões de toneladas, com um pequeno aumento em relação ao mês anterior. Já a produção de soja alcançou 174,8 milhões de toneladas, um novo recorde da série histórica do IBGE. A cana-de-açúcar teve uma redução de 1,6% na produção estimada, enquanto a produção de feijão cresceu 0,4% em relação ao mês anterior.
O Mato Grosso se destaca como o maior produtor nacional de grãos, seguido pelo Paraná, Rio Grande do Sul, Goiás, Mato Grosso do Sul e Minas Gerais. A produção de milho e soja foi impulsionada por um clima favorável, resultando em safra recorde. No entanto, a produção de tomates registrou uma queda de 1,5% em agosto.
Esses dados refletem a importância do setor agrícola para a economia do país, com impactos significativos na geração de emprego e renda, além de garantir o abastecimento interno e as exportações de produtos agrícolas brasileiros.
Em agosto, IBGE prevê safra de 352,9 milhões de toneladas para 2026

