Léo Camargo, ex-vereador de Cachoeiro de Itapemirim e atualmente subdiretor na Assembleia Legislativa, anunciou que está participando da “marcha até Brasília”, mobilizada pelo deputado federal Nikolas Ferreira. Camargo, que possui uma jornada semanal de 40 horas e um salário-base de R$ 11,2 mil, gravou um vídeo informando que já se encontrava em Belo Horizonte.
Em dezembro do ano passado, ele recebeu uma remuneração líquida que atingiu R$ 16,8 mil, incluindo auxílios que elevaram seu montante total. Antes de assumir o cargo atual, Camargo trabalhou como técnico júnior no gabinete do deputado estadual Callegari, do qual é aliado, e foi honrado com a medalha da Ordem do Mérito Domingos Martins.
Embora o Legislativo estadual esteja em recesso até fevereiro, a Casa dos Municípios, onde Camargo está lotado, permanece ativa durante a semana. Em nota, a direção da Casa informou que ele comunicou ausência e solicitou abono para a sexta-feira, conforme a legislação que permite até seis faltas anuais abonadas para assuntos pessoais.
A marcha, que teve início essa semana, busca a libertação dos condenados pela tentativa de golpe de Estado em 8 de janeiro de 2023, e pressiona pela derrubada do veto do presidente Lula a um projeto de redução de penas. Durante o trajeto, Camargo pode se encontrar com outros apoiadores, como o deputado Callegari e o vereador de Vitória, Dárcio Bracarense.
Camargo, que obteve uma relevante votação para a Prefeitura de Cachoeiro em 2024, agora surge como uma possível candidatura a deputado federal pelo União Brasil, inserindo-se nas articulações políticas que visam fortalecer chapas para as eleições futuras.

Fonte: Século Diário

