A estimativa de setembro de 2026 do IBGE para a produção de grãos foi de 354,5 milhões de toneladas, um aumento de 2,4% em relação a 2025. Essa estimativa recorde da série histórica reflete um crescimento significativo na área a ser colhida, que foi de 83,2 milhões de hectares, representando um aumento de 2,0% em relação ao ano anterior.
Os principais produtos desse grupo são o arroz, o milho e a soja, que juntos respondem por 93,0% da produção estimada e por 87,3% da área a ser colhida. A produção de soja foi estimada em 175,0 milhões de toneladas, um aumento de 5,4% em relação a 2025. Já a produção de arroz foi estimada em 11,2 milhões de toneladas, uma queda de 11,4%, e a produção de milho foi estimada em 143,3 milhões de toneladas, um aumento de 1,1%.
O Centro-Oeste lidera a estimativa de produção em setembro de 2026, representando mais da metade de toda a produção nacional. As regiões apresentaram variação anual positiva, com destaque para o crescimento de 6,2% no Sul e de 9,6% no Nordeste. Na distribuição da produção pelas Unidades da Federação, o Mato Grosso se destacou como o maior produtor nacional de grãos, seguido pelo Paraná e Rio Grande do Sul.
Com revisões positivas nas estimativas de produção de diversos produtos, como cana-de-açúcar, café arábica e algodão herbáceo, o setor agrícola brasileiro demonstra um cenário de crescimento e potencial para o desenvolvimento econômico do país. Os dados do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola do IBGE são essenciais para compreender a evolução e a importância desse setor para a economia nacional. Para mais informações sobre o LSPA, acesse o site do IBGE.
Em setembro, safra prevista pelo IBGE para 2026 é de 354,5 milhões de toneladas

