Brasil e China promovem Diálogo Estratégico Global em destaque na diplomacia
O ministro das Relações Exteriores do Brasil, Mauro Vieira, embarca para Pequim nos dias 1° e 2 de outubro para participar do 5° Diálogo Estratégico Global (DEG) entre Brasil e China. Este importante encontro visa fortalecer as relações entre os dois países, permitindo o intercâmbio de agendas nos âmbitos global, regional e bilateral. A China, atualmente o maior parceiro comercial do Brasil, representa uma relação estratégica essencial, evidenciada pelo comércio bilateral que atingiu impressionantes US$ 170,9 bilhões, com um saldo comercial favorável ao Brasil de US$ 29 bilhões, majoritariamente impulsionado pelas exportações de produtos agropecuários brasileiros.
Durante a sua visita, Vieira se reunirá com figuras de destaque do governo chinês, incluindo o vice-presidente Han Zheng e o ministro de Comércio, Wang Wentao. Essas reuniões são fundamentais para discutir temas relevantes que afetam a interação entre os dois países, além de aprofundar as trocas comerciais que se intensificaram nos últimos anos. Entre as atividades programadas, o chanceler brasileiro também visitará o Museu Nacional da China, onde ocorrerão eventos em celebração ao Ano Cultural Brasil-China, evidenciando o intercâmbio cultural como um componente vital nas relações bilaterais.
O Itamaraty ressalta que a convivência entre os dois países vai além do comércio, abrangendo áreas como investimentos, cultura e relações internacionais. O DEG surge como um canal importante para o diálogo contínuo que busca fomentar a cooperação em temas de interesse comum, alinhando as estratégias desenvolvimentistas dos dois países, que compartilham interesses em diversas frentes econômicas e políticas.
A presença do ministro Vieira em território chinês destaca a intenção do Brasil em consolidar sua posição no cenário internacional, ao mesmo tempo em que explora novas oportunidades de crescimento e desenvolvimento ao lado de uma das potências mundiais.
Vieira vai a Pequim para reunião bilateral com governo chinês
Fonte: Agencia Brasil.
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