Monique Medeiros da Costa e Silva, acusada pelo homicídio do filho Henry Borel, entregou-se à polícia nesta segunda-feira (20), após decisão do STF pela retomada de sua prisão preventiva. A acusada foi direcionada ao Instituto Penal Oscar Stevenson para procedimentos iniciais e, posteriormente, retornará ao Complexo de Gericinó.
Monique, que já se encontrava presa anteriormente no mesmo local, havia sido liberada temporariamente após decisão judicial que atendeu a um pedido de relaxamento de prisão feito por sua defesa. A soltura foi motivada pelo atraso processual ocasionado pelo afastamento dos advogados de Dr. Jairinho, também réu no caso, durante o julgamento previsto para ocorrer originalmente em 23 de março. Contudo, a situação se reverteu com a intervenção do STF, motivada por uma solicitação da Procuradoria-Geral da República, após apelo de Leniel Borel, pai da vítima.
O caso que chocou o país começou a ganhar contornos dramáticos na madrugada de 8 de março de 2021, quando Henry foi levado ao hospital com ferimentos graves, que culminariam em sua morte. O laudo do IML apontou múltiplas lesões indicativas de violência, e as investigações revelaram que o menino sofria torturas reiteradas pelo padrasto, com a ciência de Monique.
Em breve, Monique Medeiros e Dr. Jairinho enfrentarão o tribunal novamente, agora com os olhos da justiça e da sociedade redobradamente atentos. A defesa de Monique persiste na busca por recursos legais e internacionais, argumentando violação de direitos e prejudicialidades no processo judicial.
Créditos de imagens: Agência Brasil. Para mais informações, acompanhe o Repórter Brasil Tarde, da TV Brasil.
Assista ao vídeo relacionado sobre o caso Henry Borel.
Monique Medeiros se entrega à polícia e volta a ser presa
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