Elefante-marinho Leôncio é encontrado morto após desaparecimento em Alagoas
Após 20 dias de aparição no litoral alagoano, Leôncio, o elefante-marinho que ganhou popularidade nas redes sociais, foi encontrado morto na tarde desta terça-feira (31). O Instituto Biota de Conservação, responsável pelo monitoramento do animal, confirmou que o corpo do mamífero foi localizado no povoado de Lagoa Azeda, em Jequiá da Praia, depois de ter estado desaparecido desde o dia 27 de outubro. O instituto está atualmente se dirigindo ao local para recuperar o corpo e determinar as causas da morte.
Leôncio, batizado em uma campanha nas redes sociais, começou sua jornada nas praias de Ipioca e Garça, em Maceió, e em Barra de Santo Antônio, em Paripueira, onde se tornou uma atração entre moradores e turistas. Desde seu avistamento no dia 11 de outubro, o animal chamou a atenção pela sua tranquila convivência na areia, embora houvesse um apelo do Instituto Biota para que a população respeitasse seu espaço. O instituto enfatizou em nota: “Enquanto ele esteve aqui, cumprimos nossa função no monitoramento, garantindo sua segurança e repouso e divulgando todos os cuidados necessários”.
No período em que esteve no litoral, Leôncio estava em um processo de muda de pelagem — um fenômeno natural que pode levar de uma a quatro semanas. Durante essa fase, os elefantes-marinhos costumam descansar mais nas praias. As buscas por Leôncio foram intensificadas durante seu desaparecimento, com a equipe de monitoramento realizando patrulhas em várias localidades, incluindo a praia do Gunga, no município de Roteiro, e o Pontal do Peba, em Piaçabuçu.
O Instituto Biota publicou uma nota lamentando a situação e reafirmando seu compromisso com a conservação da fauna marinha, destacando a importância da colaboração da população para a proteção desses animais. As razões por trás do óbito de Leôncio serão investigadas cuidadosamente para entender melhor o bem-estar da espécie nas águas brasileiras.
Após dias desaparecido, elefante-marinho é encontrado morto em Alagoas
Fonte: Agencia Brasil.
Meio Ambiente

