CulturaMenor inflação de alimentos desde setembro de 2024: 6,26%

Menor inflação de alimentos desde setembro de 2024: 6,26%

A desaceleração dos preços de alimentos e bebidas persistiu pelo quinto mês consecutivo, registrando uma leve queda de 0,02% em outubro, segundo dados recentes do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Este indicador, que influi diretamente no orçamento das famílias brasileiras, revelou uma tendência de alívio nos preços, marcando um recuo acumulado de 0,98% de junho a outubro deste ano.

O IPCA-15, que monitora a variação média de 377 produtos e serviços essenciais para o cotidiano dos brasileiros que ganham até 40 salários mínimos, mostrou que a inflação geral foi de 0,18% em outubro, uma redução significativa em comparação aos 0,48% registrados no mês anterior. Especificamente no segmento de alimentação no domicílio, observou-se uma deflação de 0,10% em outubro, refletindo um acumulado de 5,47% nos últimos 12 meses, indicando o menor índice desde agosto de 2024, quando a taxa foi de 4,19%.

Entre os produtos que contribuíram para a queda geral, destacam-se a cebola, com redução de 7,65%, os ovos de galinha, que caíram 3,01%, além de arroz e leite longa vida, com quedas de 1,37% e 1%, respectivamente. Outros itens como pepinos e abobrinhas também apresentaram quedas expressivas nos preços.

Apesar das recentes deflações, o acumulado de 12 meses ainda registra uma inflação de 6,26% para alimentos, taxa superior à média geral do IPCA-15, que se situa em 4,94% para o mesmo período. O economista-chefe da Associação Paulista de Supermercados, Felipe Queiroz, sinaliza que estes resultados são reflexos da safra recorde de grãos neste ano, o que pode favorecer a continuidade da desaceleração inflacionária nos próximos meses.

Esta análise compreensiva dos preços alimentares fornece um panorama importante para as políticas econômicas e para a tomada de decisão nas famílias, particularmente aquelas de renda mais baixa, onde os gastos com alimentação compõem uma parcela significativa do orçamento.

Inflação acumulada dos alimentos é a menor desde setembro de 2024

Agência Brasil

Economia

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