O Fluminense se prepara com atenção para a sequência da temporada 2026, impulsionado pelas expectativas de sua torcida, que ficou desapontada com a recente eliminação na semifinal da Copa do Brasil contra o Vasco da Gama. A equipe, conhecida como o Time de Guerreiros, precisa intensificar seus esforços para aprimorar o desempenho, visando atender as exigências dos aficionados pelo clube. O cenário atual demanda que a diretoria trabalhe de forma eficiente para sanar as carências do elenco, que ainda não foram resolvidas em um período de transferências que se aproxima do final.
De acordo com informações dos jornalistas José Ilan e Paulo Brito, o ex-presidente Mário Bittencourt, que agora ocupa o cargo de Diretor-Geral, recebe um salário de R$200 mil, um valor considerável em comparação com a média de dirigentes no Brasil. Essa transição de funções marca um novo capítulo na administração do clube, permitindo que Bittencourt aproveite sua experiência para liderar o Fluminense de forma mais abrangente, mesmo após deixar a presidência.
Cobranças da torcida tricolor
A aferição do descontentamento da torcida tricolor torna-se evidente com a recente divulgação do salário de Bittencourt, que gerou um aumento nas críticas em relação ao trabalho do dirigente. O principal foco das reclamações é a formação do elenco, que, segundo os torcedores, carece de reforços em posições essenciais. A janela de transferências se aproxima do fim, e a pressão por mudanças se intensifica, uma vez que muitos esperam por melhorias que ainda não se materializaram.



