O Ministério Público Eleitoral (MPE) solicitou a impugnação da candidatura de Gilvan da Federal (PL) à reeleição como deputado federal, devido a condenações por violência política de gênero, com penalidades que incluem oito anos de inelegibilidade. A decisão do MPE se baseia na necessidade de garantir a legalidade das disputas eleitorais, especialmente após o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) conceder a Gilvan um habeas corpus que permite sua inscrição, mas não avalizou a sua condenação.
O MPE argumenta que Gilvan escolheu uma fotografia para sua campanha que desrespeita normas do TSE, apresentando símbolos de campanha como a frase “Deus, Pátria e Família”. Além das questões recorrentes, ele já foi condenado por transfobia e injúria contra diversas figuras públicas, e se tornou réu no Supremo Tribunal Federal (STF) após declarar desejo de morte ao presidente Lula.
Caso Gilvan seja realmente impugnado, o PL perderá um de seus principais puxadores de votos no Espírito Santo. Entre os outros nomes fortes da chapa do Partido Liberal estão Lucas Polese, um estreante na política, e Neucimar Fraga, ex-prefeito de Vila Velha, que apesar de controvérsias, mantém sua candidatura. Além deles, Carlos Von, ex-deputado, também consta entre os candidatos.
O PL está em uma competição acirrada com o Republicanos e o Democratas. Os republicanos têm figuras como Carlos Manato e Erick Musso, enquanto o partido Democrata se destaca com o nome de Nilton Baiano, ex-deputado federal. A situação política no Estado continua bastante dinâmica, à medida que as alianças e as candidaturas se consolidam.
A imagem que ilustra esta matéria mostra um plenário da Câmara dos Deputados, destacando o cenário das eleições e seu impacto sobre a política nacional.
Fonte: Século Diário

