A Prefeitura de Cachoeiro de Itapemirim, por meio da Vigilância Ambiental da Secretaria Municipal de Saúde (Semus), aumenta a conscientização sobre o controle do caramujo-africano (Achatina fulica), uma espécie invasora que tem se proliferado na cidade em decorrência do clima úmido e quente. A presença desses moluscos pode acarretar riscos à saúde, pois são hospedeiros de vermes capazes de causar doenças, como a meningite eosinofílica.
As solicitações feitas por moradores sobre o caramujo-africano são atendidas pelas equipes de Vigilância Ambiental, que atuam com base nas diretrizes do Ministério da Saúde. Os Agentes de Combate às Endemias (ACE) são enviados aos locais indicados, onde realizam ações de educação em saúde, vigilância e orientações técnicas para população. Segundo o gerente de Vigilância Ambiental de Cachoeiro, Fábio Gava, é crucial que os moradores façam sua parte, mantendo seus imóveis livres de entulhos e outros materiais que favoreçam a proliferação do animal.
A responsabilidade pela limpeza e manutenção de terrenos baldios e quintais é dos proprietários. A falta de cuidado pode levar a notificações e penalidades para quem descuidar de suas propriedades, já que o caramujo-africano está associado à transmissão de doenças. A Vigilância Ambiental já intensificou o monitoramento nas áreas com maior incidência, mapeando focos e orientando moradores. Ao registrar uma ocorrência, os profissionais realizam visitas técnicas e, se necessário, tomam medidas administrativas contra responsáveis por terrenos em condições irregulares.
Para evitar a proliferação do caramujo-africano, a prefeitura recomenda que os moradores mantenham seus quintais limpos, eliminando entulhos, folhas e galhos que possam servir de abrigo para o molusco. Se houver necessidade de recolhimento, a coleta deve ser feita manualmente, utilizando luvas e sacos plásticos grossos; os caramujos devem ser descartados no lixo comum. A Vigilância Ambiental alerta contra o uso de sal ou cal sobre os animais, pois pode causar a liberação de muco e contaminar o solo.
Os moradores que precisam de informações ou desejam comunicar a presença do caramujo-africano podem registrar ocorrências por meio da Ouvidoria Geral pelo telefone 156 ou pelo site da Prefeitura na aba da Ouvidoria. O enfrentamento ao avanço do caramujo-africano em Cachoeiro de Itapemirim requer o engajamento do poder público e a colaboração da população na adoção de medidas preventivas.
Foto: Reprodução/Internet.
Prefeitura orienta população sobre controle do caramujo-africano em Cachoeiro – Prefeitura de Cachoeiro de Itapemirim
Fonte: Assessoria de Comunicação Prefeitura de Cachoeiro de Itapemirim-ES

