A relação entre John Textor e a Eagle continua marcada por tensões. O acionista majoritário da Sociedade Anônima de Futebol (SAF) do Botafogo rejeitou mais uma vez o pedido da Eagle para incluir Christopher Mallon em decisões estratégicas do clube. A disputa, que envolve questões administrativas e judiciais, ocorre em um momento em que a torcida se preocupa com a estabilidade e o futuro da equipe dentro e fora de campo.
Disputa nos bastidores
Nas últimas semanas, o clima de incerteza tem permeado os corredores do Botafogo. A Eagle, empresa que busca maior controle sobre a gestão alvinegra, insiste na presença do advogado britânico Christopher Mallon para supervisionar assuntos do clube. Textor reitera a sua posição e prefere manter o controle absoluto sobre as decisões, apesar do contexto de litígio que envolve os dois lados.

Estratégia de Textor
O acionista também descartou a possibilidade de transferir ativos da SAF para uma holding nas Ilhas Cayman. Mesmo mantendo um relacionamento cordial com Mallon, Textor considera desnecessária a participação formal do advogado nas deliberações internas do clube. A defesa do Botafogo argumenta que as exigências da Eagle não se aplicam ao quadro atual e reforça a intenção de buscar soluções fora das questões judiciais.
Futuro da gestão alvinegra
A disputa pelo controle do Botafogo permanece em aberto, mas Textor continua detendo a palavra final nas operações do futebol. Em paralelo, a Eagle busca implementar mecanismos de fiscalização, refletindo a desconfiança em relação ao comprometimento de Textor. A torcida, atenta aos desdobramentos, manifesta preocupação com a estabilidade administrativa e o futuro esportivo da equipe em um contexto de incerteza.

