Durante o mês de agosto, a Prefeitura de Anchieta promoverá uma série de ações voltadas à conscientização, prevenção e enfrentamento à violência contra meninas e mulheres. Intitulada Agosto Lilás, a programação inclui palestras, rodas de conversa e diversas atividades destinadas a valorizar e fortalecer as mulheres em diferentes áreas do município.
O calendário foi discutido e aprovado em conjunto com o Conselho Municipal dos Direitos da Mulher (COMDMA), garantindo a participação ativa desse colegiado na definição das ações. Assim, diversos órgãos e instituições da Rede de Proteção de Anchieta estarão integrados nas iniciativas, que começaram no último sábado (1º) com o “Dia D – Não é Não!”, realizado no Centro de Convivência do bairro Nova Esperança.
As atividades desta semana englobaram uma entrevista em rádio, a iluminação temática de prédios públicos, palestras em empresas e um mural de fotos no hall da Prefeitura com o tema “Empoderamento Feminino”. Em dias futuros, a programação se ampliará com mais palestras e rodas de conversa com o título “Rompendo o Silêncio”, a serem realizadas nos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) de Sede, Litorâneo e Limeira.
Um dos momentos de destaque será o Desfile de Empoderamento Feminino, agendado para o dia 14 de agosto, às 18 horas, no Centro Cultural da cidade. No dia 17, haverá uma panfletagem dedicada ao fim da violência contra a mulher no Centro de Anchieta.
O calendário ainda prevê a formação da equipe de facilitadores do projeto “Homem que é Homem”, no dia 28, e no dia 29, o Primeiro Diálogo da Visibilidade das Mulheres Lésbicas e Bissexuais no CRAS Sede. Para encerrar as atividades, no dia 31, ocorrerá o lançamento do projeto “Homem que é Homem”, às 10 horas, também no CRAS Sede.
Essas ações mobilizam diversos integrantes da Rede de Proteção, como CRAS, CREAS, Núcleo Margaridas, Patrulha Maria da Penha, NEAM, OPM, ESF e Conselho Tutelar, além de outros parceiros que apoiam as atividades. A programação não apenas celebra o Agosto Lilás, mas também visa ampliar a informação sobre as diferentes formas de violência, fortalecer a rede de acolhimento e estimular mulheres a romperem o silêncio e procurarem ajuda.
Foto: [Nome do autor da foto]

