12 de fevereiro de 2026
EconomiaEUA liberam exploração de petróleo na Venezuela, excluindo rivais.

EUA liberam exploração de petróleo na Venezuela, excluindo rivais.

EUA Facilitam Exploração de Petróleo na Venezuela, Mas Impõem Restrições a Países Rivalizados

O Departamento de Tesouro dos Estados Unidos emitiu uma nova licença que promete impulsionar a exploração de petróleo e gás na Venezuela, país conhecido por possuir as maiores reservas comprovadas de petróleo do mundo. A flexibilização das medidas de embargo econômico visa estimular a economia venezuelana, que tem enfrentado sérios desafios financeiros. No entanto, a licença é restritiva: exclui explicitamente a participação de empresas e indivíduos da China, Rússia, Coreia do Norte, Cuba e Irã, o que levanta questões sobre as futuras dinâmicas geopolíticas na região.

A nova licença autorizada pelo Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (OFAC) permite uma série de transações relacionadas à indústria petroleira, incluindo pagamentos, serviços de transporte e manutenção de operações de petróleo e gás. Apesar de reconhecer a necessidade de revitalizar a economia da Venezuela, a medida é claramente dirigida a limitar a influência de nações adversárias, especialmente em um momento de crescentes tensões internacionais.

Esta alteração ocorre pouco mais de um mês após a captura do presidente Nicolás Maduro pelas autoridades americanas durante uma operação em Caracas, o que enfatiza a fragilidade da situação política no país. O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, criticou as novas restrições, afirmando que as ações dos EUA são uma “discriminação flagrante” e que o governo russo buscará esclarecimentos sobre o assunto.

Adicionalmente, a flexibilização das medidas coincide com a introdução de mudanças políticas pelo novo governo interino de Delcy Rodriguez, que inclui uma nova legislação para atrair investimentos estrangeiros e propostas de anistia para opositores políticos. Embora as exportações de petróleo bruto venezuelano tenham mostrado sinais de recuperação desde janeiro, o Serviço de Informações de Energia dos EUA alerta que a produção permanece instável, com expectativas de que uma maior liberalização das licenças possa retornar os níveis de produção anteriores ao bloqueio até 2026.

As implicações desta nova política americana para a Venezuela e as consequências para o mercado global de petróleo permanecem a ser observadas, especialmente em um contexto de contínuas tensões internacionais.

Imagem: Agência Brasil | Reprodução

EUA facilitam produção de petróleo na Venezuela sem China e Rússia

Fonte: Agencia Brasil.

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