Raul Jungmann, uma figura proeminente na política brasileira com mais de cinco décadas de serviço público, faleceu no último domingo (18) aos 73 anos, vítima de câncer de pâncreas. Sua carreira abrangeu desde vereador até ministro em governos renomados como os de Fernando Henrique Cardoso e Michel Temer.
A morte de Jungmann desencadeou uma onda de homenagens de várias personalidades do cenário político brasileiro. O ex-presidente da República Michael Temer, destacou seu legado, ressaltando a competência de Jungmann em depoimento pessoal e institucional. “Um brasileiro que soube servir ao país. Por onde passou deixou sua marca. Tristeza no plano cívico, saudades no plano pessoal. Descanse em paz, Raul!” expressou Temer.
Outras importantes figuras, como o ministro do STF Gilmar Mendes, também prestaram suas condolências, elogiando a integridade e a dedicação de Jungmann ao país. “Raul foi um homem público de rara integridade e de extraordinária densidade republicana… O Brasil perde um grande homem público; eu perco um amigo,” afirmou Mendes.
O senador Randolfe Rodrigues e Marcelo Leite, governador do Rio Grande do Sul, também se manifestaram ressaltando o compromisso de Jungmann com a política feita com diálogo e seriedade.
Além das homenagens, foi anunciado que o velório ocorreria de forma restrita a familiares e amigos próximos, respeitando os desejos da família, na capela do Cemitério Campo da Esperança, em Brasília.
Esta matéria reflete o impacto e o respeito que Raul Jungmann angariou ao longo de sua extensa carreira, seu compromisso contínuo com o desenvolvimento e estabilização do Brasil, e a saudade que sua ausência já provoca em todos os níveis da sociedade. A nação se despede de um de seus dedicados servidores, deixando um legado de dedicação ao interesse público e à estabilidade institucional.
Políticos de todas as tendências homenageiam Raul Jungmann, morto ontem
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